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Marituba, Pará, Brazil
Naturologista,Iridologo,Fitoterapeuta,Universidade em Pedagogia.Pró-Reitor da UniReiki Marituba/Pará - Reiki Master,Doutorado “Stricto Sensu” em Terapia Holística,Mestre Vitalício do ConReiki -CRK 10.280,Curso de Música em Educação Profissional,etc.Email- gilakel@hotmail.com /Tel:whats (91)988659079 PortabilidadeTIM/(91) 999946364 OI

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Dia Mundial do Rock


Jimi Hendrix


Revoluções musicais

São Paulo – Desde que começou a se desenvolver, entre o final dos anos 40 e começo dos 50, o rock não é o mesmo. Na medida em que o gênero musical se espalhava e novos artistas surgiam, diferentes técnicas e subgêneros também começaram a pipocar.
Nesse emaranhado, fica difícil determinar umamúsica (ou um artista) responsável por criar um novo estilo ou alterar o curso das coisas. No entanto, há algumas faixas que merecem destaque por, de alguma maneira, fazer revoluções no gênero.
Com a ajuda do crítico de música da revista Bravo José Flávio Júnior, EXAME.com aproveita o Dia Mundial do Rock, comemorado nesta sexta-feira, e traz alguns clássicos que representaram rupturas consideráveis no rock mundial.
A lista a seguir não tem a pretensão de ser uma palavra final sobre o assunto. Clique nas imagens para conferir e, se você tiver uma opinião diferente, faça a sua e comente.



domingo, 15 de maio de 2011

Música clássica de compositor alemão ajuda a aliviar a dor, diz estudo

A pesquisadora Eliseth Leão, enfermeira e musicoterapeuta, pesquisa há 15 anos os efeitos da música no tratamento da dor.
Em seu doutorado defendido na Universidade de São Paulo (USP), ela pesquisou a obra do compositor de música clássica Richard Wagner. Encontrou nas partituras do autor alemão um importante auxílio para as mulheres sofredoras de fibromialgia – um tipo de dor majoritariamente feminino, caracterizada por diagnóstico e tratamento difíceis.
“Estudamos 90 mulheres que sofriam cronicamente de dor e elas escutaram músicas de Wagner (em média 40 minutos). Aferimos a intensidade antes e depois das audições, por meio de escalas numéricas”, conta. “A redução da dor e a sensação de alívio foi impressionante”, afirma a pesquisadora.
Segundo Eliseth, o mecanismo que faz da música um “analgésico natural” é simples: enquanto escutam, as pessoas acionam algumas memórias e fazem associações com imagens que têm efeito terapêutico. A estrutura musical ajuda na liberação do hormônio endorfina, ligado ao bem-estar.