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GIL AKELPós Graduação com Especialização em Terapias Naturais e Holística: Naturologia, Pós Graduação Lato Sensu com Especialização em Nutrição Clínica, Pós Graduação Lato Sensu com Especialização em Gendai Reiki Ho(aguardando Certificação), Pós-Graduação Lato Sensu em Fitoterapia aplicada à Nutrição(Cursando),Universidade em Pedagogia.Terapeuta Naturologista,Iridologo,Fitoterapeuta,Reiki Master,Doutorado “Stricto Sensu” em Terapia Holística,Reiki Master Gendai Reiki Ho ,Mestre Vitalício do ConReiki -CRK 10.280, Curso de Psicoterapia Holística em Gerenciamento Emocional – GEM (Academia Brasileira de Hipnologia e Neurolingüística).Curso de Música em Educação.Proprietário do Espaço Terapêutico de Tratamentos Naturais e Cursos“EQUILIBRIUM”

domingo, 12 de junho de 2011

Facebook prevê compartilhamento de músicas em sua plataforma


A edição online desta sexta-feira (01) dojornal Wall Street Journal publicou a informação sobre o anúncio da rede social Facebook que irá permitir o compartilhamento de arquivos de música diretamente pela internet. Além da possibilidade de ouvir músicas no próprio site da rede social, os internautas vão poderjogar vídeogames e assistir filmes. A tecnologia empregada que permite realizar essas atividades é a de streaming.
A informação oficial ainda não foi divulgada pelo próprio Facebook, mas estima-se que seja feito durante um evento no final de setembro. De acordo com profissionais que trabalham com este tipo de recurso, o streaming funcionará da mesma maneira como os usuários compartilham imagens e vídeos na rede. Parte da informação liberada pelo Facebook diz respeito ao serviço online de escutar canais de músicas, como o Spotify AB e o Rdio Inc. Ao usarem o serviço, a atividade seria publicada na página de atualizações da mesma maneira como acontece com o compartilhamento de sites e o ‘curtir’ das publicações.

A conferência na qual o Facebook provavelmente fará o anúncia oficial é a f8, a qual será sediada em San Francisco, nos Estados Unidos. A data marcada para o encontro é 22 de setembro.

Com a possibilidade de ter um novo serviço na plataforma da rede social, a expectativa é que o número de 750 milhões de usuários cresça ainda mais. Além disso, a novidade pode abrir portas para um novo mercado para os artistas e as gravadoras. Detalhes sobre como será planejado o funcionamento do serviço não foram disponibilizados.

sábado, 11 de junho de 2011

Efêmero de Uber Vox & Robson Luiz Finalista no Festival de Ourém

Por: Uber Vox
Caros amigos, gostaria de compartilhar minha experiência musical com vocês que também estão nessa caminhada, árdua, difícil, mas gratificante, afinal acredito que seja uma grande paixão. Ter a oportunidade de postar este artigo no Site do amigo e professor de canto Gil Akel, traz uma satisfação muito grande, pois sempre me ajudou e continua dando-me muita força nessa carreira artística.
O XXVII Festival de Ourém, é um tradicional festival de nosso Estado, com representantes de grandes músicos regionais e nacionais, portanto bastante concorrido. A musica interpretada por mim, efêmero de Uber Vox e Robson Luiz, acompanhada pela banda conexão GPS, ficando entre as 16 musicas da eliminatória e às 4 classificadas para final.
Ainda não foi dessa vez que ganhamos um festival, mas devo confessar que objetivo principal era divulgar nosso trabalho e isso aconteceu! Teremos uma nova oportunidade ,pois já nos escrevemos nos festivais da RBA, ANANINDEUA e SERVIFEST. Estamos aguardando a seleção das músicas.
Agradecemos o apelido carinhoso para nossa música efêmero, baião heavi metal.
Assista o vídeo de nossa apresentação no festival de Ourém

           

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Conheça os premiados do III Festival RBA de música


Conheça os premiados do III Festival RBA de música (Foto: Alan Soares)
Vencedores comemoram o 1º Lugar na categoria Melhor Música (Foto: Alan Soares)

O III Festival de Música Popular Paraense distribuiu na noite desta quinta-feira (15) cerca de R$ 30 mil em prêmios para três composições.
Allan carvalho e Ronaldo Silva foramos grandes vencedores da noite. Com a música 'Pra recordar a Balança', a dupla levou o prêmio de 1º lugar na categoria "Melhor Música", no valor de R$ 12 mil. A composição também arrebatou o prêmio da categoria de "Melhor Arranjo", no valor de R$ 2 mil. 
Na categoria "Melhor Música" o 2º lugar, com prêmio no valor de R$ 7 mil, ficou para Alfredo Reis, com "Nas sendas do Equador". A música foi interpretada pelo próprio compositor e levou também o prêmio da categoria de "Melhor Intérprete", no valor de R$ 2 mil.
O 3º prêmio de "Melhor Música", no valor de R$ 5 mil, foi para Nilva Burjack compositora e intérprete de “Maria do Rosário".
TRANSMISSÃO
Nesta terceira edição o Festival alcançou 632 inscrições, apenas 12 músicas chegaram à final. Elas foram apresentadas em três blocos na transmissão feita pela RBA TV para todo o Estado. A apresentação ficou a cargo dos jornalistas Henrique Miranda (repórter da RBA TV de do DOL) e Lorrane Cabral (apresentadora do Jornal RBA de Marabá).
O DOL disponibilizou a transmissão em tempo real através de streaming, e os internautas interagiram fazendo comentários pelo Twitter. @flaviacfpinto acompanhou o III Festival da Música Paraense pelo @DOLdiarioonline e lamentou não estar presente: "uma pena não estar lá!". Já  @07Toninho elogiou o cantor Led Gil: "Parabéns Ao #LedGil Com a Sua Música, Muito Boa!!!(:"
Depois dos três blocos de apresentação dos concorrentes, enquanto os jurados decidiam os vencedores, a Banda Nova animou o público ao som do carimbó e ritmos tradicionais.
Acesse:http://diarioonline.com.br/noticia-166768-conheca-os-premiados-do-iii-festival-rba-de-musica.html
Allan carvalho e Ronaldo Silva foramos grandes vencedores da noite. Com a música 'Pra recordar a Balança'

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Dia Mundial do Rock


Jimi Hendrix


Revoluções musicais

São Paulo – Desde que começou a se desenvolver, entre o final dos anos 40 e começo dos 50, o rock não é o mesmo. Na medida em que o gênero musical se espalhava e novos artistas surgiam, diferentes técnicas e subgêneros também começaram a pipocar.
Nesse emaranhado, fica difícil determinar umamúsica (ou um artista) responsável por criar um novo estilo ou alterar o curso das coisas. No entanto, há algumas faixas que merecem destaque por, de alguma maneira, fazer revoluções no gênero.
Com a ajuda do crítico de música da revista Bravo José Flávio Júnior, EXAME.com aproveita o Dia Mundial do Rock, comemorado nesta sexta-feira, e traz alguns clássicos que representaram rupturas consideráveis no rock mundial.
A lista a seguir não tem a pretensão de ser uma palavra final sobre o assunto. Clique nas imagens para conferir e, se você tiver uma opinião diferente, faça a sua e comente.



domingo, 15 de maio de 2011

Música clássica de compositor alemão ajuda a aliviar a dor, diz estudo

A pesquisadora Eliseth Leão, enfermeira e musicoterapeuta, pesquisa há 15 anos os efeitos da música no tratamento da dor.
Em seu doutorado defendido na Universidade de São Paulo (USP), ela pesquisou a obra do compositor de música clássica Richard Wagner. Encontrou nas partituras do autor alemão um importante auxílio para as mulheres sofredoras de fibromialgia – um tipo de dor majoritariamente feminino, caracterizada por diagnóstico e tratamento difíceis.
“Estudamos 90 mulheres que sofriam cronicamente de dor e elas escutaram músicas de Wagner (em média 40 minutos). Aferimos a intensidade antes e depois das audições, por meio de escalas numéricas”, conta. “A redução da dor e a sensação de alívio foi impressionante”, afirma a pesquisadora.
Segundo Eliseth, o mecanismo que faz da música um “analgésico natural” é simples: enquanto escutam, as pessoas acionam algumas memórias e fazem associações com imagens que têm efeito terapêutico. A estrutura musical ajuda na liberação do hormônio endorfina, ligado ao bem-estar.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Portugal entre os piores do mundo em vendas de música



Portugal teve em 2011 um dos piores registos  de vendas de música, entre todos os países que integram a Federação Internacional  da Indústria Discográfica (IFPI), disse hoje à agência Lusa o diretor-geral  da Associação Fonográfica Portuguesa, Eduardo Simões. No que toca a vendas de música em formato físico, maioritariamente composto  por CD ou DVD musicais, Portugal registou no ano passado uma quebra de 34,4  por cento, o que faz com que o país tenha dos piores resultados em todo  o mundo, só superado pela Grécia. 


Em 2011 as editoras venderam às lojas de música cerca de 4,4 milhões  de CD e cerca de 451 mil DVD musicais, segundo dados fornecidos à Lusa pela  Associação Fonográfica Portuguesa (AFP). Numa década, a faturação do mercado nacional português recuou mais de  80 por cento.  
O cenário de "quebras brutais", pela descida consecutiva na faturação  das editoras discográficas em Portugal, é preocupante, disse Eduardo Simões,  mas o que se acentua é a discrepância em relação a outros países e "a ausência  de medidas que protejam o setor". 
A principal causa apontada por Eduardo Simões para esta quebra acentuada  é a pirataria digital - a partilha e o descarregamento ilegal de ficheiros  de música na Internet - e a falta de regulamentação legal nesta matéria.
A isto acrescenta-se a perda de poder de compra do consumidor, a tendência  dos artistas se autoproduzirem em termos discográficos e um mercado digital  legal que está "num estado embrionário inaceitável face ao desenvolvimento  tecnológico" no país, como referiu o relatório da IFPI de março passado. "Se juntarmos o mercado pequeno com os problemas de crescimento negativo  que tem tido nos últimos dez anos, isso afasta qualquer investidor para  estar presente no mercado português e isso é que pode ter consequências  dramáticas em termos culturais", alertou o diretor-geral. 
Apesar dos maus resultados e da "crise profundíssima do mercado nacional",  como descreveu Eduardo Simões, os portugueses estão a comprar mais música  portuguesa do que estrangeira, representando desde 2010 cerca de 35 por  cento do bolo total de vendas. 
Uma das razões destes valores é a introdução de quotas de difusão de  música portuguesa na rádio. "No total, a quota de música portuguesa é maior  e esse é um dos poucos indicadores positivos", disse. 
A AFP representa as maiores editoras discográficas a trabalhar em Portugal,  como a Sony, a EMI ou a Universal. 
As editoras independentes, pela qual têm saído nos últimos meses vários  álbuns de música portuguesa, como a Pataca Discos, a Meifumado, Mbari e  Lovers&Lollypops, representam entre cinco a seis por cento do mercado total.