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GIL AKELPós Graduação com Especialização em Terapias Naturais e Holística: Naturologia, Pós Graduação Lato Sensu com Especialização em Nutrição Clínica, Pós Graduação Lato Sensu com Especialização em Gendai Reiki Ho(aguardando Certificação), Pós-Graduação Lato Sensu em Fitoterapia aplicada à Nutrição(Cursando),Universidade em Pedagogia.Terapeuta Naturologista,Iridologo,Fitoterapeuta,Reiki Master,Doutorado “Stricto Sensu” em Terapia Holística,Reiki Master Gendai Reiki Ho ,Mestre Vitalício do ConReiki -CRK 10.280, Curso de Psicoterapia Holística em Gerenciamento Emocional – GEM (Academia Brasileira de Hipnologia e Neurolingüística).Curso de Música em Educação.Proprietário do Espaço Terapêutico de Tratamentos Naturais e Cursos“EQUILIBRIUM”

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Nova legislação diz respeito à não obrigatoriedade da graduação em Música


Muito além de formar músicos profissionais ou especialistas na área, a Educação Musical auxilia no desenvolvimento cultural e psicomotor, estimula o contato com diferentes linguagens, contribui para a sociabilidade e democratiza o acesso à arte. Por isso, a partir de 2012, a Música será conteúdo obrigatório em toda Educação Básica. É o que determina a Lei nº 11.769, de 18 de agosto de 2008.

Embora ainda não se saiba se os conteúdos serão trabalhados em uma disciplina específica ou nas aulas de Artes, com professores polivalentes, as escolas devem adaptar seus currículos até o início do ano letivo de 2012. Tocar, ouvir, criar e entender sobre a História da Música são pontos fundamentais de ensino. Para a professora do Departamento de Música da Universidade de São Paulo, Teca Alencar de Brito, contudo, os currículos não devem ser engessados. "Não se pode ensinar Música a partir de uma visão utilitarista. Estamos falando de arte. É preciso explorar as sensibilidades", afirma a especialista, criadora da Teca Oficina de Música.

Outro ponto nebuloso da nova legislação diz respeito a não obrigatoriedade da graduação em Música para ministrar as aulas. O artigo da lei que previa a formação específica na área foi vetado pelo Ministério da Educação sob alegação de que, no Brasil, existem diversos profissionais atuantes na área sem formação acadêmica. A discussão, agora, está a cargo da Fundação Nacional de Artes (Funarte) que, a partir de um protocolo de parceria firmado entre o Ministério da Cultura e o Ministério da Educação, está organizando encontros regionais com acadêmicos, especialistas, Secretarias de Educação e Associações de Estudos Musicais para realizar uma espécie de mapeamento do ensino de Música nos estados brasileiros.

Do primeiro encontro, realizado no Rio de Janeiro, formaram-se dois grupos de trabalho. Um que deve propor nortes para as questões curriculares e outro, formado por representantes das universidades, responsável por articular propostas de ampliação das licenciaturas em Música e demais cursos de formação continuada na área, inclusive, os ministrados a distância. Os objetivos são elaborar uma nova proposta de regulamentação da Lei nº 11.769, assim como um manual aplicativo destas determinações, que auxiliem os gestores escolares e educadores da área de Música.

Apesar das indefinições, desde 2002, os cursos de graduação em Música superaram em número os cursos de graduação em Artes Visuais. Atualmente, são cerca de 70 cursos de licenciatura em Música em todo o país. Para Teca Alencar, o processo de adaptação das escolas e de formação dos educadores será lento, mas o primeiro passo, o da mobilização para que as escolas se organizem, já foi dado. "A discussão sobre o ensino de Música já é um avanço. Os cursos de graduação, especialização e formação continuada estão crescendo. Há profissionais preocupados em desenvolver materiais didáticos para ensinar Música. Isso é muito importante", diz.

Acesse:http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/legislacao/musica-sera-conteudo-obrigatorio-educacao-basica-541248.shtml

Google lança loja de música para concorrer com iTunes nos EUA

Diretor de Conteúdo Digital para Android, Jamie Rosenberg, anuncia a abertura do serviço nos Estados Unidos. Foto: Getty Images
Diretor de Conteúdo Digital para Android, Jamie Rosenberg, anuncia a abertura do serviço nos Estados Unidos
Foto: Getty Images
Confirmando rumores, o Google anunciou em evento na noite desta quarta-feira (horário de Brasília) em Los Angeles, na Califórnia, o Google Music. O diretor de Conteúdo Digital para Android, Jamie Rosenberg, subiu ao palco e afirmou que estava lá para "falar de música". O serviço, lançado em maio, estava na versão Beta e foi aberto para todos os usuários nos Estados Unidos. Os usuários poderão comprar músicas pela Android Market, em um formato semelhante ao iTunes, da Apple, e compartilhar o conteúdo pelo Google+.
Em um cenário cercado por elementos que lembram a música, com imagens de John Lennon, aparelhos de som e até mesmo uma banda tocando em um palco secundário, o Google afirmou que o serviço permanecerá gratuito, e vai permitir subir música para a nuvem e distribuir em diversos dispositivos, com opções que incluem playlists específicas, ouvir a música em streaming e também no modo offline.
Pelo Android Market, o usuário pode ver biografia, discografia, alguns dados de turnês e clipes de cada um dos artistas cadastrados. Segundo a empresa, a loja vai receber uma música grátis por dia. Os usuários podem armazenar nos servidores do Google Music até 20 mil músicas gratuitamente. Outra grande novidade é a integração com o Google+, que permitirá que os usuários comprem uma música e a compartilhem com os amigos, que podem ouvir o título completo pelo Stream da rede social.
O Google anunciou também que já foram ativados mais de 200 milhões de dispositivos Android, o que representa 550 mil novas ativações por dia. Em maio, a empresa havia anunciado 100 milhões de aparelhos.


Parcerias


A gigante da internet firmou acordo com empresas como Universal, Sony, EMI, além de gravadoras independentes, que irão fornecer conteúdo para o serviço. Além disso, clientes da operadora de telefonia americana T-Mobile poderão pagar pelas músicas diretamente pela conta telefônica.



O Google Music contará com diversos artistas exclusivos, como Rolling Stones, que vão lançar seis álbuns ao vivo exclusivamente pelo serviço até o fim do ano, Coldplay, Shakira, Pearl Jam, Dave Matthews Band e Busta Rhymes, que lançará seu próximo disco pelo Google Music. Além disso, o Google anunciou o Artist Hub, serviço voltado para os artistas independentes, que podem personalizar suas páginas e vender suas próprias músicas e determinar os preços, ficando com 70% do valor pago pelos usuários.


Sonora


O Terra oferece há mais de cinco anos o Sonora, serviço online que permite ouvir milhares de músicas. O serviço é o mais completo canal de música da América Latina, e traz canções 100% legalizadas, lançamentos nacionais e internacionais exclusivos e a possibilidade de compartilhar os títulos por email, Facebook, Twitter e Orkut.



No Sonora o usuários pode ouvir música ilimitada pela web ou baixar títulos em MP3 para ouvir no PC, celular e tablet.

Segunda revolução da música digital chega ao Brasil

Baixar música da internet é coisa do século passado. O mercado brasileiro começa a viver a segunda revolução da música online, em que os downloads dão lugar a serviços de streaming, que oferecem ao cliente acesso ilimitado a um portfólio de áudio por uma assinatura mensal.
Os arquivos ficam armazenados "na nuvem", em servidores de internet em algum lugar, sem que as pessoas tenham de baixá-los. O serviço de streaming movimentou US$ 532 milhões no mundo todo em 2011, um volume equivalente a cerca de 8% do mercado de música online, segundo estimativas da consultoria Gartner. Mas, até 2015, o streaming vai mais que quadruplicar. Os serviços de assinatura devem faturar US$ 2,2 bilhões e responder por cerca de 30% do faturamento do setor, que deve chegar a US$ 7,7 bilhões.
O Brasil ainda está atrasado nesse processo. Enquanto no mundo todo os serviços digitais correspondem a 29% do faturamento do mercado fonográfico, no Brasil eles somaram apenas 15% em 2010, segundo a Associação Brasileira de Produtores de Disco (ABPD). "O potencial é altíssimo. Principalmente pelo aumento do número de usuários de internet e pelo o fato de que os maiores serviços de download e streaming de música em escalamundial ainda não iniciaram as operações aqui", diz o presidente da ABPD, Paulo Rosa.
O pioneiro no streaming de áudio no Brasil é o Sonora, lançado há quase cinco anos pelo grupo Terra e que hoje detém 40% do mercado de música digital no País. O negócio cresceu 40% neste ano e deve se expandir mais 30% em 2012, segundo o diretor-geral do Terra, Paulo Castro. O Sonora tem 5,5 milhões de visitantes únicos por mês e 450 mil assinantes - que pagam uma mensalidade média de R$ 20.
Mas o Sonora deverá enfrentar concorrentes de peso no mercado brasileiro. Grandes players internacionaisestudam o lançamento dos serviços no Brasil, muitos deles em parceria com empresas de telefonia móvel. A Oi saiu na frente e lançou neste mês a primeira parceria com uma empresa estrangeira de música digital, a americana Rdio. Os clientes terão acesso a um portfólio de 12 milhões de músicas a um custo de até R$ 14,90. "A oferta é aberta inclusive para clientes de outras operadoras, mas será um diferencial para a Oi. Poderemos fazer promoções que envolvam esse produto", disse o gerente de serviços de valor agregado da Oi, Gustavo Alvim.
A GVT também utiliza o streaming de música como um diferencial para oferecer aos clientes. Há pouco mais de um ano, a operadora lançou o serviço Power Music Club, que oferece um portfólio de 700 mil canções e 10 mil vídeos musicais de graça para os assinantes de internet rápida. Dos cerca de 1,5 milhão de clientes da banda larga da GVT, 100 mil são usuários do Power Music Club. A GVT pertence ao grupo francês Vivendi, que também é dono da gravadora Universal Music. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Cantar está no sangue

Observe este vídeo feito no primeiro dia do ano de 2011.Este karaokê já é tradicional em nossa família nesta data.
Aos 85 anos minha mãe mostra que gosta mesmo é de cantar,apesar de sua melhor idade ela se esforça para manter o ritmo respiratório e brinca chamando atenção de meu irmão,consciente de sua sonoridade, mas continua animando com seu canto com músicas de cantores de sua época como Nelson Gonçalves,Noel Rosa,Maísa entre outros.
Desde criança escuto ela cantando na cozinha de casa enquanto preparava nosso almoço...Durante horas e horas ouvia-se aquela voz que muitas vezes os vizinhos chegavam a perguntar: De quem é está voz? Essa imagem está gravada até hoje em minha memória e na de todos da família, que se repetem até hoje.
Assista o vídeo de Guiomar  Akel interpretando Negue de Adelino Moreira e Enzo de Almeida Passos interpretada por vários autores como Maria Bethânia,Altemar Dutra e muitos outros interprete da MPB.

                                                                                           Gil Akel

                                                            



Welton Ferreira Marques

Experiente músico Welton Marques fala do seu começo,sua trajetória em bandas famosas,sua técnica,como venceu o nervosismo em multidões,seu estudo musical como a trajetória do violão para a guitarra e como corrigiu o dedo 4 da mão esquerda erro comum em vários músicos e muito mais.
Leia o artigo completo e assista os vídeos de Welton Marques.


Clique em Welton Marques: Continuação
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