Quem sou eu
- Gil Akel Terapeuta Naturologista/Iridologista
- Marituba, Pará, Brazil
- GIL AKELPós Graduação com Especialização em Terapias Naturais e Holística: Naturologia, Pós Graduação Lato Sensu com Especialização em Nutrição Clínica, Pós Graduação Lato Sensu com Especialização em Gendai Reiki Ho(aguardando Certificação), Pós-Graduação Lato Sensu em Fitoterapia aplicada à Nutrição(Cursando),Universidade em Pedagogia.Terapeuta Naturologista,Iridologo,Fitoterapeuta,Reiki Master,Doutorado “Stricto Sensu” em Terapia Holística,Reiki Master Gendai Reiki Ho ,Mestre Vitalício do ConReiki -CRK 10.280, Curso de Psicoterapia Holística em Gerenciamento Emocional – GEM (Academia Brasileira de Hipnologia e Neurolingüística).Curso de Música em Educação.Proprietário do Espaço Terapêutico de Tratamentos Naturais e Cursos“EQUILIBRIUM”
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Morre Mestre Cupijó, ícone da música folclórica paraense
Músico faleceu vítima de câncer, aos 76 anos,em Belém.
Corpo é velado em Cametá, cidade natal do artista.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Música: um santo remédio
Você anda nervosa, deprimida ou com dificuldade para dormir? Antes de passar na farmácia, dê uma olhadinha na sua coleção de CDs (ou nos arquivos de música do computador)
Reportagem: Beatriz Levischi / Edição: MdeMulher/Conteúdo do site ANAMARIA
Uma canção tem o poder de relaxar e traz muitos benefícios à saúde
Foto: Getty Images
Foto: Getty Images
Estudos recentes sugerem que o cérebro responde aos estímulos musicais como se fossem remédio. Isso significa que a sua canção favorita pode regular funções do corpo, reduzir o estresse e até desenvolver habilidades motoras. Para as grávidas, colocar um fone com uma melodia gostosa em contato com a barriga pode aumentar o laço entre elas e seus bebês e ainda torná-los mais inteligentes.
Como não existe um tipo específico de música que faça todos os seres humanos se sentirem melhor, escolha um som que desperte lembranças e sensações boas. Vale música clássica, pop, sertaneja, rocknroll...
O segredo é se sentar ou deitar confortavelmente e prestar atenção na letra e na melodia, em vez de fazer mil coisas ao mesmo tempo. Ainda não está convencida? Conheça, então, as vantagens desse tratamento.
Ouvir música...
1. Reduz o estresse
Músicas calmas diminuem a ansiedade porque baixam a frequência cardíaca e, com isso, a pressão arterial. Escolha uma que prenda a atenção e faça você esquecer as preocupações do dia a dia. Em 10 minutos, seu corpo estará relaxado - fica mais fácil até pegar no sono! Se músicas lentas causam em você impaciência, ouça algo mais animado.
2. Alivia a dor
Estudo feito por uma universidade americana constatou que quem ouve sua música favorita em procedimentos cirúrgicos precisa de menos sedativos e analgésicos. A estratégia também serve para combater o mal-estar de doenças crônicas: a música altera a percepção da dor e aumenta a eficácia dos remédios.
3. Ameniza a depressão
Curtir um som libera dopamina, neurotransmissor que atua nos centros de prazer do cérebro. O tom, a estrutura e a letra da música têm impacto direto na emoção provocada, mas há também questões subjetivas, como as lembranças que ela desperta.
4. Faz o organismo TODO funcionar melhor
A respiração estruturada de quando a gente canta (ou você vai dizer que ouve música em silêncio?) massageia o intestino, alivia o coração, fornece ar adicional aos pulmões e impulsiona a circulação sanguínea. Como se esses benefícios não bastassem, nossa memória e concentração ainda ficam tinindo!
5. Ajuda a tratar problemas sérios
Pesquisas comprovam que ouvir música diminui as náuseas durante a quimioterapia, melhora o humor e a mobilidade de pessoas com mal de Parkinson e incentiva os pacientes a participarem de tratamentos capazes de encurtar sua estadia no hospital.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
O resgate da música indiana
Por NIDA NAJAR
RANERI, Índia — Neste vilarejo a 640 km a sudoeste de Nova Déli, onde a eletricidade é escassa e as mulheres lavam a louça na areia para economizar água, Lakha Khan estava sentado no chão de um casebre de pedra, arrancando uma melodia animada de seu “sarangi”, um instrumento parecido com um violino.
Khan, 66, é um dos poucos tocadores de sarangi sindis entre os manganiares, uma casta de músicos hereditários muçulmanos que vivem neste Estado desértico do Rajastão. Ele toca durante horas a fio, normalmente apenas para as cabras que estejam passando diante da porta.
Recentemente, porém, duas pessoas o estavam ouvindo: Ashutosh Sharma e Ankur Malhotra, agachados ao lado de seus equipamentos. Estes incluíam um misturador de cinco canais e dois gravadores analógicos.
“Há uma exuberância, uma ausência de inibições, quando eles tocam em casa”, comentou Malhotra, aludindo aos manganiares, cuja música mistura melodias tradicionais com vocais marcantes.
Sharma e Malhotra, ambos com 37 anos, querem preservar a música dos manganiares. Não existe registro escrito das canções destes, que são músicas devocionais ou histórias de nascimentos, mortes e amor. Os dois homens disseram que sua inspiração foi Alan Lomax, o musicólogo que, mais de meio século atrás, percorreu o sul dos Estados Unidos, gravando músicos de blues até então desconhecidos.
Eles esperam preservar a música e levá-la à atenção de um público maior através de um selo musical pequeno e independente que criaram, Amarrass Records. Mas têm consciência de que a tentativa de popularizar a música dos manganiares é um empreendimento difícil na Índia, onde a maioria dos jovens prefere descarregar ringtones de Bollywood.
Malhotra e Sharma não se deixam desanimar. Eles crescerem em Nova Déli, ouvindo música sufista e hindu. Quando ficaram mais velhos, voltaram-se ao rock ocidental, embora essa música fosse difícil de encontrar. O pai de Sharma, piloto da British Airways, lhe trazia discos do Grateful Dead e dos Rolling Stones que comprava em suas viagens aos EUA e ao Reino Unido.
Mais tarde Sharma fundou uma agência de viagens em Nova Déli. Malhotra mudou-se para os EUA, obteve um MBA e criou uma empresa de educação. Mas os dois se ressentiam da ausência de música em suas vidas.
Na primavera deste ano, eles passaram três dias na casa de Khan. “Quando ele se levanta de manhã com vontade de cantar, nós estamos juntos”, disse Malhotra. “Isso é algo que não acontece num estúdio.”
Mais tarde, eles foram até o povoado de Hamira, a 160 km de distância, onde vive Sakar Khan, 76. Ele é mestre da “kamancha”, um instrumento de cordas antigo que é tocado com arco, algo característico dos manganiares. Sakar Khan já percorreu o mundo apresentando-se.
Malhotra e Sharma financiaram seu projeto com lucros da agência de viagens de Sharma. Eles levantaram dinheiro para cobrir parte de seus custos de produção, menos de US$ 3.000, no Kickstarter, um web site de “crowd funding” (“vaquinha” virtual), e receberam US$ 30 mil de um dos orientadores de Malhotra na escola de administração.
Roysten Abel, diretor do espetáculo teatral “Manganiyar Seduction”, apresentado em Nova York há dois anos, disse que Sharma e Malhotra precisam deixar a música mais contemporânea. “Só assim a Índia vai poder se internacionalizar”, opinou.
Sharma e Malhotra disseram que, independente do quanto ouçam mestres musicais idosos, uma parte importante da tradição secular inevitavelmente se perderá. “Eles são os guardadores da tradição oral e também de sua própria história”, disse Malhotra. “Está tudo em suas cabeças. E cerca de 20% disso se perde em uma geração.”
sábado, 1 de setembro de 2012
Estudo: iluminação e música influenciam no consumo de calorias
Além da quantidade de açúcar e gordura de um alimento, o ambiente em que você come também pode influenciar no aumento de peso. De acordo com um estudo da Universidade de Cornell, pessoas que frequentam restaurantes com iluminação baixa e música suave consomem menos calorias. As informações são do Huffington Post.
Para o estudo publicado na revista Psychological Reports, os pesquisadores modificaram um restaurante. De um lado, uma sala de jantar com iluminação e som mais "pesados" e outro com luz e música mais suaves. Em seguida, 29 clientes sentaram na sala mais tranquila e 33 pessoas escolheram a agitada.
Segundo o estudo, os dois grupos pediram a mesma quantidade de comida, mas os clientes que estavam no ambiente modificado se sentiram satisfeitos mais rapidamente e ingeriram menos calorias.
"Estes resultados sugerem que um ambiente mais relaxado aumenta a satisfação e diminui o consumo", explica o pesquisador Brian Wansink, especialista em alimentação irracional e diretor de Cornell's Food and Brand Lab. "Essa é uma informação importante para os restaurantes de fast food, que são muitas vezes acusados de contribuir para a obesidade: fazer mudanças simples pode ser um caminho para reduzir excessos - e aumentar a satisfação de seus clientes ao mesmo tempo".
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Alunos do Prof. Gil Akel
Resolvi falar um pouco sobre meus alunos e mostrar em vídeos alguns resultados,com a intenção de desenvolver no leitor a compreensão do mundo da música.
Leia o artigo,assista aos vídeos e tire suas dúvidas no portal comentário ou diretamente pelo e-mail
gilakel@hotmail.com
Clique em continuação alunos do prof: Gil Akel http://gilakelmusica.blogspot.com/p/continuacao-alunos-do-profgil-akel.html
Leia o artigo,assista aos vídeos e tire suas dúvidas no portal comentário ou diretamente pelo e-mail
gilakel@hotmail.com
Clique em continuação alunos do prof: Gil Akel http://gilakelmusica.blogspot.com/p/continuacao-alunos-do-profgil-akel.html
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Nova legislação diz respeito à não obrigatoriedade da graduação em Música

Muito além de formar músicos profissionais ou especialistas na área, a Educação Musical auxilia no desenvolvimento cultural e psicomotor, estimula o contato com diferentes linguagens, contribui para a sociabilidade e democratiza o acesso à arte. Por isso, a partir de 2012, a Música será conteúdo obrigatório em toda Educação Básica. É o que determina a Lei nº 11.769, de 18 de agosto de 2008.
Embora ainda não se saiba se os conteúdos serão trabalhados em uma disciplina específica ou nas aulas de Artes, com professores polivalentes, as escolas devem adaptar seus currículos até o início do ano letivo de 2012. Tocar, ouvir, criar e entender sobre a História da Música são pontos fundamentais de ensino. Para a professora do Departamento de Música da Universidade de São Paulo, Teca Alencar de Brito, contudo, os currículos não devem ser engessados. "Não se pode ensinar Música a partir de uma visão utilitarista. Estamos falando de arte. É preciso explorar as sensibilidades", afirma a especialista, criadora da Teca Oficina de Música.
Outro ponto nebuloso da nova legislação diz respeito a não obrigatoriedade da graduação em Música para ministrar as aulas. O artigo da lei que previa a formação específica na área foi vetado pelo Ministério da Educação sob alegação de que, no Brasil, existem diversos profissionais atuantes na área sem formação acadêmica. A discussão, agora, está a cargo da Fundação Nacional de Artes (Funarte) que, a partir de um protocolo de parceria firmado entre o Ministério da Cultura e o Ministério da Educação, está organizando encontros regionais com acadêmicos, especialistas, Secretarias de Educação e Associações de Estudos Musicais para realizar uma espécie de mapeamento do ensino de Música nos estados brasileiros.
Do primeiro encontro, realizado no Rio de Janeiro, formaram-se dois grupos de trabalho. Um que deve propor nortes para as questões curriculares e outro, formado por representantes das universidades, responsável por articular propostas de ampliação das licenciaturas em Música e demais cursos de formação continuada na área, inclusive, os ministrados a distância. Os objetivos são elaborar uma nova proposta de regulamentação da Lei nº 11.769, assim como um manual aplicativo destas determinações, que auxiliem os gestores escolares e educadores da área de Música.
Apesar das indefinições, desde 2002, os cursos de graduação em Música superaram em número os cursos de graduação em Artes Visuais. Atualmente, são cerca de 70 cursos de licenciatura em Música em todo o país. Para Teca Alencar, o processo de adaptação das escolas e de formação dos educadores será lento, mas o primeiro passo, o da mobilização para que as escolas se organizem, já foi dado. "A discussão sobre o ensino de Música já é um avanço. Os cursos de graduação, especialização e formação continuada estão crescendo. Há profissionais preocupados em desenvolver materiais didáticos para ensinar Música. Isso é muito importante", diz.
Acesse:http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/legislacao/musica-sera-conteudo-obrigatorio-educacao-basica-541248.shtml
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